Maira Vieira

No feriado da Semana Santa, fui para Uberlândia cobrir a participação da equipe mineira Minas Locomotiva no III Desafio do Triângulo de Futebol Americano. A equipe se sagrou bicampeã do torneio e eu pude conhecer melhor como funciona esse esporte já tão representado pelo cinema. Nunca havia visto um jogo completo (sabia que demorava, pois o tempo é cronometrado), mas não sabia que era tanto. O tempo total de uma partida é de uma hora, que se prolongam por cerca de três. Porém, preciso confessar que fiquei surpresa como passou rápido! Imagina bem, 3 horas! Era de se esperar uma eternidade, mas não! Com exceção dos momentos em que o juiz exigia a verificação detalhada da conquista ou perda de uma jarda (aí isso sim podia ser bem chato e demorado!), as partidas mantiveram um ritmo vivo e vibrante. Isso se dava graças aos acontecimentos dentro e fora do campo. Entre as quatro linhas, nem preciso dizer como é emocionante a conquista de um touchdown (ou simplesmente TD) ou quando a defesa recupera rapidamente a posse de bola. Mas o que uma rookie não podia esperar, era a emoção observada na beira do campo. Pra quem não sabe, no futebol americano, há várias equipes dentro de um mesmo time, basicamente há o ataque, a defesa e os jogadores especiais. Quando o time vai atacar, entram em ação os jogadores para isso. E a defesa junto com o restante do time, fica na beirada do campo, torcendo e dando uma força para os companheiros. Uma cena bastante contagiante (tirando algumas pequenas ofensas, que podem ser um pouco exageradas), é bem bonito ver o apoio e a união entre eles. E o mesmo vale para quando a defesa faz sua atuação! Expressões de angústia, garra, desespero ou simplesmente paixão são vistas no rosto de cada jogador, que quer desesperadamente fazer sua parte pelo time. Mas que, durante aqueles minutos, não pode nada mais do que simplesmente torcer, de coração e alma por seus irmãos dentro de campo.

No feriado da Semana Santa, fui para Uberlândia cobrir a participação da equipe mineira Minas Locomotiva no III Desafio do Triângulo de Futebol Americano. A equipe se sagrou bicampeã do torneio e eu pude conhecer melhor como funciona esse esporte já tão representado pelo cinema. Nunca havia visto um jogo completo (sabia que demorava, pois o tempo é cronometrado), mas não sabia que era tanto. O tempo total de uma partida é de uma hora, que se prolongam por cerca de três. Porém, preciso confessar que fiquei surpresa como passou rápido! Imagina bem, 3 horas! Era de se esperar uma eternidade, mas não! Com exceção dos momentos em que o juiz exigia a verificação detalhada da conquista ou perda de uma jarda (aí isso sim podia ser bem chato e demorado!), as partidas mantiveram um ritmo vivo e vibrante. Isso se dava graças aos acontecimentos dentro e fora do campo. Entre as quatro linhas, nem preciso dizer como é emocionante a conquista de um touchdown (ou simplesmente TD) ou quando a defesa recupera rapidamente a posse de bola. Mas o que uma rookie não podia esperar, era a emoção observada na beira do campo. Pra quem não sabe, no futebol americano, há várias equipes dentro de um mesmo time, basicamente há o ataque, a defesa e os jogadores especiais. Quando o time vai atacar, entram em ação os jogadores para isso. E a defesa junto com o restante do time, fica na beirada do campo, torcendo e dando uma força para os companheiros. Uma cena bastante contagiante (tirando algumas pequenas ofensas, que podem ser um pouco exageradas), é bem bonito ver o apoio e a união entre eles. E o mesmo vale para quando a defesa faz sua atuação! Expressões de angústia, garra, desespero ou simplesmente paixão são vistas no rosto de cada jogador, que quer desesperadamente fazer sua parte pelo time. Mas que, durante aqueles minutos, não pode nada mais do que simplesmente torcer, de coração e alma por seus irmãos dentro de campo.